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Agrupamento 61 - Santa Maria dos Olivais

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HISTÓRIA DO ESCUTISMO

EM SANTA MARIA DOS OLIVAIS

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Diz-nos a história que nos finais dos anos 30 e década de 40 existiu um grupo no Seminário dos Olivais, fruto do trabalho do Padre Gregório Verdonk  que o Cardeal Patriarca de Lisboa - D. Manuel Cerejeira, tinha convidado para leccionar no Seminário, tentando desta forma aumentar o nível de conhecimentos e qualificação dos futuros sacerdotes da Diocese. Assim surge o Grupo 146 - S. José , formando muitos jovens, incluindo aquele que é hoje nosso Chefe Honorário. Em 1956, na Paróquia de Stª Maria dos Olivais surge a Patrulha Isolada Esquilo pelas mãos do Chefe Renato Graça com a benção do Pe. António Ferreira, sendo reconhecida a sua actividade pela Junta Regional de Lisboa(paralelamente funcionava a Patrulha Corvo, que dada a falta de efectivos, não podia ser reconhecida), em 27 de Janeiro de 1957. Surgem mais Patrulhas, uma Alcateia, alguns Caminheiros e com o trabalho conjunto destes, coordenados pelo Chefe João Mesquita, surge oficialmente o Agrupamento 61, que nos princípio dos anos 70 via apagar a chama da sua actividade com a partida de potenciais continuadores da obra para a Guerra de África e com a mudança de residência de outros.

Em 1977, a chama reacende-se e é reactivado o “61” pelas mãos e vontade do casal de Dirigentes Alice e Francisco Adónis, Pe. Dr. Tiago Figueira e Pe. Alegria, levando com a sua dedicação o Agrupamento até aos anos 80, transmitindo com entusiasmo a essência e metodologia do Escutismo, tendo presente as suas anteriores experiências na Metrópole e em África.

Na segunda metade dos anos 80 e até aos nossos dias, devemos ter presente o trabalho dos actuais membros da Direcção coordenados pelo Chefe António Nobre(1982 a 1996), que conduziram o Agrupamento, Sempre Alerta para Servir, com a estreita colaboração e benção dos Chefes Assistentes Pe. Dr. José Manuel dos Santos Ferreira (1985-1991) e Pe. Carlos Jorge Henriques Vicente (ainda como Seminarista AAAdj de 1987 a 1991 e como AA de 1991 a 1996).

 

BREVE HISTÓRIA DA SEDE DO 61

 

Em 1956, com o início das actividades da Patrulha Isolada Esquilo, os seus membros constroem uma cabana no quintal anexo à Igreja Paroquial, onde realizam as suas reuniões, juntando-se a estes os membros da Patrulha Corvo.

Com os Escuteiros a ganhar dinamismo e sendo este reconhecido pelos Serviços Regionais do C.N.E. em 1957, é então construída uma casa, (onde hoje funciona a Casa Mortuária), para aí funcionar a sede.

Passado algum tempo, mudam de novo o local da Sede, pois a anterior é utilizada para realojar uma família necessitada. Neste tempo são criados espaços nos anexos da Igreja - entre pilares e aproveitando os corredores. Os grandes eventos eram realizados na sede da Soc. Filarmónica União Capricho Olivalense.

Nos anos 60 e até à suspensão do Agrupamento em 1973, vamos encontrar a Sede em instalações cedidas pelo industrial Alves Gouveia, sitas na Travessa do Adro - frente à Igreja, contando já com Lobitos, Exploradores e Caminheiros.

Uma curiosidade: possuindo um dos poucos aparelhos de televisão na localidade, os Escuteiros faziam sessões cobrando entradas, como modo de financiar as actividades e aquisição de material - 1 tostão!

Em 1977, com a reabertura do Agrupamento, são construídas instalações no quintal anexo à Igreja, num esforço conjunto de dirigentes e encarregados de educação da época, iniciando-se entretanto as actividades técnicas e teóricas em instalações do antigo asilo. Nos anos 80, com o crescimento do efectivo e do sentimento da necessidade vital de um espaço próprio, adequado às reais funções do Escutismo, iniciando-se o levantamento de potenciais espaços para uma Sede condigna.

Em 1987, com dirigentes e pais interessados, são iniciadas negociações com a Câmara Municipal de Lisboa, com vista à cedência de um dos muitos espaços disponíveis, nas caves dos novos edifícios de habitação construídos nos Olivais Velho.

Em 1991 fica decidido! E em 1992, quando a SFUCO inaugura a sua nova Sede, o “61” vai para o espaço onde a mesma tinha funcionado provisoriamente.

É celebrado então, um protocolo entre o C.N.E.-“61” e a C.M.L., iniciando-se as obras de arranjo das fachadas e algumas obras interiores.

Dada a falta de condições, os Escuteiros realizavam as suas actividades na Sede antiga e ainda na Escola Primária nº36 (local de realização de actividades de grande dimensão).

Chegados os anos de 1995/1996, surgem as respostas financeiras a diversos pedidos e projectos, podendo avançar a construção e apetrechamento de interiores, como hoje são visíveis e dados a conhecer.

Ficam dias e horas de dedicação, cansaço e por vezes menos compreensão, mas que dão como fruto uma obra de grande valor, que ainda não está concluída. Aqui reunimos o nosso passado, vivemos o nosso presente e programamos o futuro, pedindo a Stª Maria dos Olivais, que nos viu nascer e crescer, para nos amparar na nossa vida nesta Paróquia, continuando fiéis ao espírito do Escutismo - Servir a juventude Olivalense!

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Agrupamento 61 - Sta. Maria dos Olivais